quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mudança ~

Eeeaai galera  o/
Voltarei a publicar no blog,mas só de vez em quando,agora vou retomar minha proposta inicial que era ter um blog com coisas de terror e tals XD
Fiquei meses e meses sem postar nada por pura preguiça,somada também a minha péssima internet que mal abria o site do blogger
Enfim,vou postar creepypastas,contos,etc,que são coisas que eu amo ler
Eventualmente irei mudando aos poucos o visu do blog
Espero que gostem ^^

Sara O'Bannon

Caixões costumavam a ser construídos com furos neles, junto com 2 metros de tubos de cobre e um sino. O tubo forneceria ar para as vitimas caso fossem enterradas pela falsa impressão de que estavam mortas. Em uma pequena cidade perto Londres, Harold, o coveiro local, ouviu um sinal na noite e foi ver do que se tratava, provavelmente uma criança fingindo ser um espirito. As vezes era o vento. Mas desta vez não era nenhuma das duas coisas. Uma voz vinda de baixo implorava e pedia para ser desenterrada.

 "Você é Sarah O'Bannon?" Harold perguntou. "Sim!" A voz gruniu vindo do tubo. "Você nasceu em 17 de Setembro de 1827?" "Sim!" "A escritura diz que você morreu em 20 de Fevereiro de 1857." "Não, estou viva, foi um erro! Me desenterre, me liberte!" "Desculpa, Madame" Harold disse, cortando o cordão do sino silenciando-o e colocando terra dentro do tudo de cobre. "Mas já estamos em Agosto. Seja lá o que estiver aí em baixo, tenho certeza que não está mais vivo, e você não vai subir."

Via : Creepypasta Brazil

Dançamos

Passos não são incomuns de se ouvir enquanto você está sentando em seu porão, então eu não penso em nada quando eu ouço pequenas batidas vindo do andar de cima. Eu penso ser meu irmão, e continuo fazendo seja lá o que eu estiver fazendo no memento. Eles continuaram por alguns minutos e comecei a ficar irritado. Eles continuavam a ficar mais alto e mais alto e eu gemi de raiva, pensando no que meu irmão poderia estar fazendo tão tarde da noite. Eu, sentado lá, porque é impossível de manter o foco com o barulho. Quero dizer, parece que alguém está andando vigorosamente no andar de cima. 

 Fico sentando ouvindo as batidas ficarem mais rápidas e violentas. Eles continuam se movendo, agora quase começando a fazer um ritmo. Eles se mexem ainda mais rápido e mais violentamente e eles ficam batendo no andar de cima. Eu percebo que, seja lá o que essa porra for, não pode ser humano. Nenhum humano pode se mover desta forma. 

 "Mas que porra é essa?!" Eu finalmente grito. Depois disso os barulhos param. Tudo está muito quieto por um momento, e então ouço um calmo andar indo em direção a porta do meu porão. A porta é aberta pra trás e os passos param novamente. Eu fico ouvindo minha respiração nos próximos três minutos, depois suspiro, pensando tudo estar acabado. Mas parece que outra coisa também estava me ouvindo. De repente, eu ouço batuques descendo as escadas, e eu arrasto minha cadeira na ânsia de me levantar. Eu começo a correr em direção do armário mais perto, há tempo de ver uma criatura grotesca, sem pelos ou cabelos, se quatro patas, dançando em minha direção, sapateando seus pés inchados em um ritmo intoxicante. Eu mergulho para dentro do armário e fecho a porta com uma batida. Há meio segundo de pausa, e então ouço o mesmo ritmo na porta.

 Ele apenas continua e continua sem pausas, sem descansos, sem alivio. Ele está nessa por horas agora, e eu me pego batendo meus dedos na porta no mesmo ritmo da música dele. Mas então no momento que eu começo, ele para repentinamente. Eu espero algum tempo, e olho para fora. Ele tinha ido embora. Eu ligo a luz e caio em uma cadeira. Estou seguro. Eu relaxo e fico pensando por alguns momentos. Mas então eu noto meus pés sapateando. Talvez essa música não seja tão ruim, eu quase sinto vontade de dança-la. Então eu me jogo no chão apoiado em minhas mãos e pés, e começo.

Via : Creepypasta Brazil

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Luzes à Distância

Um jovem, sofrendo de insônia, tentava dormir uma noite. Depois de vários minutos tentando, ele ainda estava acordado e ia ficando cada vez mais tarde. Ele se virou na cama e olhou pela janela. Do lado de fora, havia dois postes de luz ao longe, o rapaz focou seus olhos nas luzes e logo dormiu.

 Na noite seguinte, o jovem teve outra crise de insônia e mais uma vez estava tentando pegar no sono. Lembrou-se da solução que encontrara na noite anterior e se virou para a janela, encontrando os dois pontos de luz. Logo, ele estava dormindo tranquilamente mais uma vez. 

 Na outra noite seus problemas de sono estavam de volta, mas ele simplesmente olhou pela janela, fitando os postes de luz e descansou seus olhos neles. Nesta noite, eles estavam piscando a cada alguns segundos. O rapaz pensou que as lâmpadas iam se queimar e quando ele finalmente dormiu, as luzes finalmente se apagaram.

 No outro dia, ele acordou totalmente descansado. Assim que se levantou da cama, o rapaz olhou pela janela para ver os postes, esperando que alguém fosse consertá-los em breve. Entretanto, quando ele olhou para a rua, percebeu algo estranho; não havia postes por perto. Ele se inclinou para perto da janela para procurar melhor, mas ainda não havia sinal algum de poste por ali. Então ele olhou para baixo e percebeu pequenas marcas de garra no parapeito, como se algo tivesse se agarrado ali. Sua insônia piorou 


 Via: Medo B

Guarda Roupas com espelhos

 Meus pais me faziam dormir em um quarto cujo guarda roupa possuía um espelhos nas portas. Eles sabiam que eu tinha medo, mas diziam que meninos grandes encaravam seus medos, não corriam deles. Eu tentava dormir com as luzes acesas, mas eles sempre vinham e as apagavam enquanto eu dormia. Eu acordava, noite após noite, envolto em trevas e aterrorizado. Eu ficava perfeitamente parado- sequer arriscava olhar para outro lugar que não fosse o teto. Segundos...minutos...logo algumas horas se passavam e eu ainda estava imóvel na cama, com medo de me mexer ou até de respirar alto demais. E então o sol começava a nascer e meu corpo relaxava- espelhos não são nem um pouco assustadores durante o dia. Um fim de semana meus pais teriam que viajar para fora do estado, para um casamento, e decidiram que eu era velho o bastante para ficar em casa sozinho. Eles me deram tchau, me abraçaram e eu fiquei o resto do dia assistindo TV até ficar cansado. Desliguei a TV e caminhei preguiçosamente até o meu quarto. Eu nem sequer pensava nos meus espelhos enquanto pegava no sono. Eu acordei algumas horas depois, ensopado em suor e novamente envolto na escuridão. Eles tinha vindo e apagado minhas luzes de novo.


Via : Medo B